Passar na primeira fase é metade do caminho. O que separa quem entra é a discursiva, e no Direito também o exame oral. O Jazz treina as duas coisas durante o ano, com correção de gente e banca de verdade.
A seleção tem duas fases. A primeira é objetiva, com questões de Matemática, Linguagens, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, além da redação. A segunda é discursiva, e cobra que o candidato construa a resposta por escrito, com método e linguagem própria da área. Quem presta Direito enfrenta ainda um exame oral.
É uma prova que premia quem sabe explicar o raciocínio, não quem só marca a alternativa certa. Treinar isso exige correção individual, e correção individual exige turma pequena.
O aluno resolve no papel, como na prova, e envia a folha pela plataforma. Nada de marcar alternativa e torcer.
A folha volta com o trecho marcado, o comentário na margem e a nota critério por critério, do jeito que a banca avalia.
O mentor lê a correção junto com o aluno e escolhe o que treinar na semana seguinte. A discursiva melhora por repetição.
Quem já concluiu o Ensino Médio estuda no Semiextensivo, que começa em fevereiro. Quem está no terceiro ano estuda no Esparta, com carga horária adaptada ao colégio. Para a reta final existe a Revisão, e para quem passou na primeira fase existe o Intensivo de segunda fase, dedicado só às discursivas.
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