Santa Casa 2026.2Questão 34de 80O ano de 2026 marca o início de uma transição histórica para o federalismo brasileiro. A implementação da reforma

GeografiaIndustrialização Brasileira II: Da Ditadura Militar à Desconcentração Industrial

Numeração da versão 1.

O ano de 2026 marca o início de uma transição histórica para o federalismo brasileiro. A implementação da reforma tributária não é apenas uma mudança de alíquotas ou sistemas, mas também representa uma alteração profunda na forma como os estados promovem o crescimento econômico. Com o fim gradual dos incentivos fiscais como principal ferramenta de atração de investimentos, surge um novo protagonista na gestão pública: o planejamento estratégico de longo prazo, marcado pela criação de um fundo nacional que será o motor de novos investimentos em infraestrutura e inovações tecnológicas nos estados.

(Fabrício Marques. www.cnnbrasil.com.br, 15.04.2026. Adaptado.)

Considerando o excerto, a reforma tributária será uma oportunidade para

  1. Alternativa A: a governança nas políticas públicas, que institui medidas de transparência tributária e participação decisória do cidadão.
  2. Alternativa B, a correta: a redução das disparidades regionais, que promove o equilíbrio socioeconômico e os direitos fundamentais da população.Resposta
  3. Alternativa C: a guerra fiscal, que fomenta as iniciativas neoliberais do Estado e as vantagens competitivas da iniciativa privada.
  4. Alternativa D: a economia de aglomeração, que partilha o valor dos impostos entre os locais de produção e de consumo das mercadorias.
  5. Alternativa E: a desconcentração produtiva, que induz a dispersão espacial das atividades fabris e a concentração das atividades de serviço.
Resolução do Jazz

O que a questão pede: que oportunidade a reforma tributária abre, segundo o excerto.

Por que é a letra B: até hoje, os estados disputavam indústrias concedendo isenções de impostos, a chamada guerra fiscal, que favorecia quem podia abrir mão de receita. Com o fim gradual desses incentivos, entra um fundo nacional para financiar infraestrutura e inovação nos estados. A ideia é que o investimento chegue às regiões menos desenvolvidas por meio de planejamento, e não de renúncia fiscal, reduzindo as desigualdades regionais.

Por que as outras não:

  • A O texto não trata de transparência nem de participação do cidadão nas decisões.
  • C A guerra fiscal é o que a reforma encerra, com o fim dos incentivos fiscais.
  • D A reforma de fato desloca a cobrança do imposto para o local de consumo, mas isso não é "economia de aglomeração" (concentração de empresas num mesmo lugar), e o excerto não trata disso.
  • E O texto não fala em dispersar fábricas e concentrar serviços.

A armadilha: a C cita a guerra fiscal, termo que o aluno associa ao tema, mas ela é justamente o que acaba.

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Duas perguntas rápidas sobre o que ela cobra. Tente responder de cabeça e vire a carta para conferir.

1 de 2
Pergunta

O que é a guerra fiscal na disputa por indústrias?

Industrialização Brasileira II: Da Ditadura Militar à Desconcentração Industrial

Caiu em 1 das 6 últimas provas da Santa Casa.

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